Poema sem nome

Vendo como as ilusões me engolem eu penso,
Sem nada para seguir,
Sem sonhos para sonhar,
Com a alma desgastada quero encontrar algo que me dê vontade de continuar,
Meus olhos estão sempre a te procurar,
Sentimentos deixados de lado,
Coração enjaulado em uma idiotice chamada sanidade,

Como te acharei,
Nada para me ajudar,
Apenas meu coração a me guiar até ti,
Com as mãos costuradas uma a outra,
Como seguirei em frente?
Essa sensação momentânea de felicidade,
Não sei como controlar,
A minha alma começa a clarear,
Me sinto puro como uma criança,
Inocente e cheio de vida,

Se ao menos tu me amastes,
Te acharei e te farei me amar,
Nem que sejam nessesarias milhares de tentativas,
Te conquistarei de algum modo.

1 comentário

CAROLINA RAMOS em 3 de agosto de 2011 09:27

Entendo seus sentimentos, ou melhor, posso não compreender, mas muitos já passaram por isso, irás recuperar, verás!
Tens algo para seguir sim, tens a vontade de saber quem ou o quê seguir, tens a ânsia de o descobrir, isso é o suficiente para manteres esse coração quente, podes não achar que é o suficiente, mas é aquilo que te mantém aqui, isso e todos aqueles que estão ao teu lado.
O comment não ficou nada de jeito mas pronto, depois escrevo mais alguma coisa, o poema foi demasiado belo e complexo que é difícil encontrar palavras para descrever o que ao lê-lo senti.
Fica bem,
Beijos,
ka2009

 
▲ Topo